Brasileiro Bruno Drummond vence tetraplegia com polilaminina e volta a treinar

Brasileiro Bruno Drummond vence tetraplegia com polilaminina e volta a treinar

21 de fevereiro de 2026 Off Por Marcelo Garcia

Primeiro paciente a testar proteína que reconecta neurônios mostra evolução física e levanta halteres de 20 kg em academia

Fonte: Redação (Boca do Rio Magazine) | Foto: Reprodução/Redes Sociais

Bruno Drummond, tetraplégico que usou polilaminina, recupera movimentos e treina em academia. Veja os avanços da ciência brasileira.

O bancário Bruno Drummond, de 31 anos, surpreendeu internautas ao postar vídeos treinando na academia após participar de um estudo com polilaminina. Ele é o primeiro tetraplégico a testar o tratamento experimental que reconecta neurônios.

A trajetória de superação começou após um grave acidente em 2018. A colisão causou fratura cervical, retirando todos os seus movimentos. Bruno participou da pesquisa da UFRJ que utiliza a polilaminina como um suporte biológico na medula.

A Anvisa autorizou os testes clínicos em humanos em janeiro (2026). O tratamento consiste na aplicação de uma proteína humana na lesão. Bruno relata que a polilaminina permitiu que ele recuperasse a independência total em pouco tempo.

Nas imagens recentes, o bancário realiza supino reto com halteres de 20 kg. Ele treina peito, tríceps e ombro com autonomia. Bruno afirma que a polilaminina acelerou processos que outros pacientes costumam levar muitos anos para atingir.

O estudo foca agora em lesões agudas de medula torácica. Pesquisadores estimam que o uso amplo do medicamento ocorra em três anos. Bruno segue compartilhando sua evolução física para incentivar diversos outros pacientes em tratamento no Brasil.