Após Carnaval, Câmara vota plano de segurança e regras para trios

Após Carnaval, Câmara vota plano de segurança e regras para trios

23 de fevereiro de 2026 Off Por Boca do Rio Magazine

Vereadores de Salvador analisam projeto que prevê investimento bilionário e novas normas de fiscalização para os grandes eventos da capital.

Fonte: Redação (Boca do Rio Magazine) | Foto: Manu Dias | Ag. A TARDE

Câmara de Salvador vota plano de segurança de R$ 14,3 bilhões e novas regras para trios nesta terça (24/2). Veja o que muda para a cidade.

A Após Carnaval, Câmara vota plano de segurança as atividades legislativas em Salvador nesta terça (24). O Legislativo Municipal prioriza o Plano Municipal de Segurança Pública, que deve ser analisado e votado em plenário até abril.

O projeto, enviado pelo Executivo, prevê um investimento histórico de R$ 14,3 bilhões até 2035. Segundo o vereador Carlos Muniz, os parlamentares terão 30 dias para apresentar emendas e ajustar as diretrizes de proteção do patrimônio e da vida.

Além do reforço no policiamento, o texto formaliza a criação do Conselho, do Observatório e do Fundo Municipal de Segurança. A medida busca integrar a Guarda Civil Municipal (GCM) ao Sistema Único de Segurança Pública em nível nacional.

O plano também foca em normas rígidas para grandes eventos. O objetivo é evitar falhas técnicas e garantir que os trios elétricos sigam padrões de segurança modernos, com vistorias antecipadas e monitoramento tecnológico em tempo real.

O investimento contempla a instalação de 6,3 mil novas câmeras de vigilância pela cidade. Também está prevista a realização de novos concursos públicos para ampliar o contingente da GCM e fortalecer o patrulhamento em bairros estratégicos.

A oposição deve participar ativamente da revisão do texto durante as próximas semanas. O debate central gira em torno da valorização salarial dos agentes e da eficácia do videomonitoramento no combate direto ao crime organizado local.

Com a aprovação, Salvador passa a ter uma política de segurança com metas de curto, médio e longo prazo. O foco é reduzir a sensação de insegurança da população e garantir que os circuitos festivos operem com riscos mínimos aos foliões.