Caos no Oriente Médio: mortes passam de mil em guerra dos EUA x Irã

Caos no Oriente Médio: mortes passam de mil em guerra dos EUA x Irã

4 de março de 2026 Off Por Marcelo Garcia

Conflito se espalha com bombardeios massivos, bloqueio de petróleo e morte do líder supremo Ali Khamenei

Fonte: Redação (Boca do Rio Magazine) | FotoVahid Salemi/AP

Guerra entre EUA e Irã chega ao 5º dia com ataques a Teerã e mais de mil mortos. Confira a escalada militar e os riscos globais do conflito.
Montagem: Seu Dinheiro

A guerra entre Israel, EUA e Irã e atingiu um ponto crítico nesta quarta (04), completando cinco dias de combates intensos que já deixaram mais de mil mortos. Israel iniciou uma nova onda de bombardeios contra Teerã, capital iraniana.

Explosões foram registradas em diversos pontos da capital, enquanto o regime dos aiatolás respondeu com disparos de mísseis. Projéteis atingiram países vizinhos como o Kuwait, que abriga bases militares dos Estados Unidos na região.

O estopim do conflito entre EUA e Irã foi o ataque de sábado (28), que resultou na morte do líder supremo Ali Khamenei. O funeral do clérigo estava previsto para hoje, mas pode ser adiado diante da nova ofensiva aérea realizada por Israel.

No Líbano, tropas israelenses avançaram por terra na cidade de Khiam para combater o Hezbollah. O exército de Israel emitiu um alerta urgente para que civis abandonem o sul do país e sigam para o norte, prevendo novos confrontos.

O impacto econômico global é imediato, pois o Irã bloqueou o Estreito de Ormuz, via essencial para o petróleo mundial. Donald Trump afirmou que a marinha americana poderá escoltar petroleiros, desafiando abertamente o controle da Guarda Revolucionária.

Na Europa, o presidente francês Emmanuel Macron defendeu o fortalecimento do arsenal nuclear europeu diante da escalada. A Espanha, por outro lado, criticou a postura de Trump, gerando uma crise diplomática severa entre os dois países.

Enquanto as bombas caem, a Assembleia dos Peritos busca um sucessor para Khamenei sob ameaças constantes. Israel já declarou que qualquer novo líder supremo que mantenha a política de confronto será considerado um alvo militar legítimo.