Perigo real: Como o costume de roer unhas quase custou o dedo de uma jovem
10 de março de 2026Entenda o caso de Gabby, que enfrentou abscessos e cirurgia urgente após o que parecia ser apenas uma inflamação comum.
Fonte: Redação (Boca do Rio Magazine) | Foto: Freepik

O hábito comum de roer a unha quase resultou em uma tragédia para a jovem Gabby Swierzewski, de 21 anos. A moça contraiu uma infecção bacteriana agressiva que evoluiu rapidamente, colocando em risco a integridade de sua mão. Inicialmente, Gabby acreditava tratar-se de uma inflamação rotineira ou unha encravada, algo que ela já estava acostumada a enfrentar.
Entretanto, o quadro clínico de roer a unha agravou-se de forma atípica, com dores intensificadas que não cediam aos medicamentos convencionais. O dedo apresentou um inchaço volumoso em curto intervalo de tempo. Mesmo após uma tentativa de drenagem inicial que retirou apenas sangue, o desconforto persistiu, forçando a busca por um pronto-socorro especializado.
No hospital, os médicos constataram a presença de diversos abscessos e submeteram a jovem a uma incisão emergencial. O caso foi encaminhado a um cirurgião de mãos, que realizou uma limpeza profunda na área infectada. O maior temor da equipe médica era que a bactéria tivesse atingido o osso, condição que exigiria a amputação imediata do membro.

Gabby passou por uma bateria minuciosa de exames laboratoriais para verificar a extensão do dano tecidual. Felizmente, os resultados indicaram que o tecido ósseo não havia sido comprometido pela contaminação. O tratamento seguiu com protocolos rigorosos de limpeza tópica e administração de antibióticos fortes para conter o avanço do diagnóstico infeccioso.
A história serve como um alerta médico sobre os perigos de feridas abertas nas extremidades dos dedos. A boca humana abriga uma vasta quantidade de bactérias que, ao entrarem em contato com a pele lesionada, podem causar infecções graves. Casos como o de Gabby mostram que negligenciar pequenos ferimentos pode evoluir para cenários cirúrgicos complexos.
Atualmente, a jovem segue em recuperação e utiliza sua experiência para conscientizar outras pessoas sobre os riscos desse hábito. O acompanhamento médico constante foi essencial para salvar seu dedo. A rápida intervenção do cirurgião de mãos impediu que a infecção se espalhasse para o restante do braço, evitando sequelas permanentes e garantindo sua saúde.



