
Lançamento de relógio da Swatch provoca tumulto e fecha lojas pelo mundo
18 de maio de 2026 Off Por Marcelo GarciaParceria inédita com grife de luxo atrai multidões, gera filas quilométricas e exige intervenção policial em grandes metrópoles
Fonte: Redação (Boca do Rio Magazine) | Foto: Manon Cruz / Reuters

O lançamento global de um novo acessório da marca suíça Swatch transformou o entorno de diversos centros comerciais em um verdadeiro cenário de desordem e pânico no último domingo (17). Uma impressionante onda de brigas, empurra-empurra, correria e filas quilométricas tomou conta das calçadas em diferentes cidades do mundo, forçando a renomada fabricante de relógios a tomar a decisão drástica de fechar suas principais lojas.
Toda a confusão generalizada ocorreu devido à enorme e inesperada procura dos consumidores por um relógio de bolso exclusivo. O item foi desenvolvido pela fabricante suíça em uma parceria inédita com a Audemars Piguet, uma das marcas mais tradicionais do mercado de altíssimo luxo. Após uma campanha de marketing agressiva, milhares de pessoas acamparam e se aglomeraram nos pontos de venda.
Os relógios em questão estavam sendo comercializados pelo valor aproximado de quatrocentos dólares, o equivalente a cerca de dois mil reais. A grande polêmica e o consequente desespero do público se justificam pelo fato de que o preço final ficou muito abaixo dos milhares de dólares cobrados habitualmente pelas peças exclusivas de grife da Audemars Piguet.

Imagens chocantes capturadas por celulares mostraram o tamanho do tumulto em metrópoles como Nova York, nos Estados Unidos; Dubai, nos Emirados Árabes; Milão, na Itália; Barcelona, na Espanha; e Osaka, no Japão. Apesar de a polícia local ter sido acionada às pressas para conter o avanço das multidões nas vitrines, felizmente não houve o registro de feridos com gravidade.
Através de uma nota oficial emitida em suas redes para acalmar os ânimos no fim de semana, a diretoria corporativa solicitou gentilmente que os clientes evitassem se dirigir em massa até as lojas físicas. A medida emergencial buscou garantir a integridade física tanto dos funcionários quanto dos próprios consumidores que disputavam os espaços.
Apesar do pedido de desculpas, a empresa acabou sofrendo duras críticas nas plataformas digitais pela falta de estrutura logística e pelo tom apelativo das propagandas veiculadas nos dias anteriores. Até o fechamento desta reportagem, a marca não havia se manifestado sobre as reclamações do público e o cronograma de reabertura das unidades não foi detalhado.
Sobre o Autor
Fundador do Boca do Rio Magazine, estudante de Comunicação e Marketing pela UNIFACS, CEO e diretor de arte na Novo Mundo Agência e Comunicação e morador da Boca do Rio há mais de 20 anos





