
Relógios de Messi, Vini Jr. e Haaland chegam a R$ 15 milhões e exigem fila de espera
29 de junho de 2026Astros do futebol mundial compartilham paixão por modelos raros e exclusivos da Patek Philippe
Fonte: Redação (Boca do Rio Magazine) | Foto: Reprodução/Instagram @leomessi @erling
O universo do futebol profissional de alto rendimento movimenta cifras astronômicas, projetando os principais atletas do planeta ao status de ícones globais da moda e do comportamento. Longe dos gramados e dos uniformes de treino, os jogadores de elite investem parcelas significativas de seus rendimentos em artigos de alto padrão para expressar suas identidades e gostos pessoais. Entre roupas de alta costura e carros de colecionadores, um setor específico da moda masculina vem ganhando enorme destaque nos bastidores dos grandes torneios.
Durante os dias de folga e viagens da Copa do Mundo, os relógios exibidos nos pulsos de grandes astros do esporte viraram alvo de análises minuciosas de especialistas e fãs. Nomes de peso como Lionel Messi, Vinícius Jr. e Erling Haaland compartilham um forte entusiasmo por exemplares desenvolvidos pela Patek Philippe. A tradicional fabricante suíça se consolidou como uma das marcas mais desejadas da alta relojoaria contemporânea, criando verdadeiras joias mecânicas que chegam a custar milhões de reais.
Exclusividade e valorização no mercado secundário
O grande diferencial que atrai os jogadores para esses relógios específicos reside na estratégia de negócios adotada pela empresa de Genebra, fundada originalmente no ano de 1839. A grife trabalha deliberadamente com um volume restrito de montagens anuais, mantendo o nível de exclusividade no topo do mercado de luxo. Essa escassez programada faz com que modelos icônicos das linhas Nautilus, Aquanaut, Perpetual Calendar e Grand Complications tenham filas de espera quilométricas.

A enorme procura por parte de clientes ricos, combinada com as vitrines oficiais frequentemente vazias, inflaciona os preços no mercado de revenda. Especialistas do segmento apontam que adquirir um exemplar nas lojas autorizadas tornou-se uma tarefa quase impossível para cidadãos comuns. Por conta disso, os colecionadores recorrem a leilões e revendedores especializados, desembolsando quantias muito superiores aos valores sugeridos de fábrica para exibir a grife no braço.
“A marca não comercializa apenas marcadores de tempo. Ela entrega história, tradição familiar e um acabamento manual que preserva valor financeiro ao longo das décadas”, explica o analista de mercado Renan Bastos.
Dentre os atletas de destaque, o camisa dez da seleção argentina se posiciona como um dos colecionadores mais assíduos de relógios raros no ecossiedade esportiva. Uma das peças mais valiosas de seu acervo pessoal é o cobiçado Nautilus Tiffany Blue, uma edição especial que teve apenas 170 unidades fabricadas em todo o mundo. O modelo, que chegou ao mercado custando perto de 52 mil dólares, sofreu uma valorização explosiva e atualmente atinge cotações de até 15,5 milhões de reais.
Além dessa relíquia azul, o arsenal de joias de Messi engloba diferentes versões do modelo Aquanaut e unidades do recém-lançado formato Cubitus. Nas boutiques da Europa, os preços sugeridos dessas peças oscilam em patamares elevados, mas a febre gerada em torno do esporte empurra o custo médio de aquisição para cifras impressionantes no varejo alternativo. Os acessórios deixaram de ser meros utilitários para se tornarem investimentos financeiros sólidos e símbolos máximos de prestígio internacional neste ano de 2026.



