Ex-integrante do elenco de “Avenida Brasil” relatou os desafios do teatro em São Paulo nas redes sociais
Fonte: Redação (Boca do Rio Magazine) | Foto: Instagram/Renato Scarpin
O ator Renato Scarpin, de 54 anos, usou as redes sociais para fazer um desabafo sincero sobre as dificuldades enfrentadas no meio teatral. Com passagens por produções conhecidas da televisão, como a novela “Avenida Brasil” (2012), o artista relatou a experiência de ter atuado para uma plateia composta por apenas quatro pessoas no último domingo.
A apresentação ocorreu no Teatro Bibi Ferreira, em São Paulo, onde ele está em cartaz com a montagem “7×1 – Uma comédia boa para cachorro”. O espaço tem capacidade para acomodar até 300 espectadores.
“No domingo, fiz um espetáculo para quatro pessoas em um teatro para 300 lugares. Das quatro pessoas na plateia, duas eram minhas amigas. As outras duas nunca tinham ido ao teatro”, escreveu Renato Scarpin.
Respeito ao público e bastidores da produção
Apesar do público reduzido, o ator fez questão de destacar a satisfação em ver a reação dos presentes ao término do espetáculo. Segundo ele, as duas pessoas que foram ao teatro pela primeira vez saíram encantadas com a apresentação e prometeram indicar a comédia para conhecidos.
Renato Scarpin refletiu sobre o compromisso profissional que mantém com a arte, independentemente da quantidade de ingressos vendidos para cada sessão.
Espetáculo em cartaz: “7×1 – Uma comédia boa para cachorro”;
Local de exibição: Teatro Bibi Ferreira, em São Paulo (SP);
Capacidade do espaço: 300 lugares;
Posicionamento do ator: Manutenção do compromisso e respeito com qualquer número de espectadores.
Trajetória do ator na televisão e nos palcos
O artista possui um histórico consolidado em produções de teledramaturgia nacional. Em “Avenida Brasil”, da TV Globo, ele interpretou o arquiteto Jean Miguel. A carreira do ator inclui ainda participações na novela “Uma Rosa com Amor” (2010), exibida pelo SBT, e em “Torre de Babel” (1998), outro sucesso da TV Globo.
Em seu relato, o ator reforçou que o empenho em cena permanece o mesmo diante de qualquer plateia, priorizando o respeito a quem escolheu sair de casa para prestigiar o trabalho artístico.