
Polícia Civil investiga agressão e abuso em escola de Uberlândia
3 de setembro de 2026Seis estudantes são suspeitos de envolvimento em violência cometida no banheiro da instituição.
Fonte: Redação (Boca do Rio Magazine) | Foto: Reprodução/RECORD Minas
A Polícia Civil de Minas Gerais instaurou um procedimento para apurar a conduta de seis adolescentes suspeitos de agredir e abusar sexualmente de um estudante de 13 anos em Uberlândia. O caso ocorreu nas instalações de uma escola localizada no município do Triângulo Mineiro. As investigações foram iniciadas logo após os familiares da vítima constatarem os ferimentos e procurarem as autoridades policiais para o registro do boletim de ocorrência.
Análise de imagens e a dinâmica dos fatos
As câmeras do circuito interno de monitoramento da unidade de ensino em Uberlândia captaram o momento em que a vítima foi abordada por um aluno de 15 anos. O jovem foi conduzido para o interior do banheiro masculino acompanhado por outros estudantes, local onde o grupo permaneceu por aproximadamente seis minutos. As gravações foram anexadas ao inquérito e passam por perícia técnica para a identificação completa de todos os envolvidos.

A apuração dos ferimentos e a denúncia da família
A gravidade da situação foi percebida pela mãe do estudante assim que o jovem retornou da aula em Uberlândia. Conforme consta no registro policial, a familiar notou a demora do filho no banheiro de casa e identificou marcas de sangramento nas partes íntimas e no nariz do adolescente. Diante da constatação das lesões, a família buscou atendimento médico imediato e acionou a Patrulha Escolar da Polícia Militar para dar início aos procedimentos legais.
O que muda para o morador ou visitante
Casos de extrema gravidade ocorridos no ambiente escolar acendem o alerta para o reforço dos protocolos de segurança e da presença do Conselho Tutelar nas redes de ensino de Uberlândia. A orientação para pais e responsáveis na região é manter o diálogo frequente com os estudantes e utilizar canais diretos de denúncia, como o Disque 100 ou o telefone de emergência 190, para acionar prontamente as forças de segurança pública e os órgãos de proteção à infância e juventude.



