Andrew Mountbatten-Windsor: o motivo real por trás da exclusão da herança da Rainha Elizabeth

Andrew Mountbatten-Windsor: o motivo real por trás da exclusão da herança da Rainha Elizabeth

21 de abril de 2026 Off Por Marcelo Garcia

Monarca teria deixado o filho favorito sem herança após escândalos envolvendo Jeffrey Epstein e pressões da cúpula real

Fonte: Redação (Boca do Rio Magazine) | Foto:

Andrew Mountbatten-Windsor é excluído do testamento da Rainha Elizabeth II por envolvimento no caso Jeffrey Epstein e perde US$ 200 milhões.
Andrew Mountbatten-Windsor, filho preferido da rainha Elizabeth II, envolvido no caso Jeffrey Epstein – Foto: CNN

A falecida rainha Elizabeth II teria tomado a drástica decisão de excluir seu filho preferido, o príncipe Andrew Mountbatten-Windsor, de qualquer benefício direto em seu testamento pessoal. Fontes ligadas à realeza britânica revelam que a monarca optou por não deixar recursos para o antigo Duque de York após o impacto devastador de sua associação com o caso Jeffrey Epstein na imagem da coroa.

A escolha foi descrita como dolorosa para a soberana que sempre demonstrou publicamente que ele era seu filho favorito entre os quatro herdeiros. O príncipe Andrew esperava receber uma fatia de aproximadamente US$ 200 milhões, mas acabou sendo barrado pela influência estratégica de seu irmão mais velho e de seu sobrinho na sucessão do trono.

O montante total da fortuna particular da rainha é estimado em cerca de US$ 780 milhões e foi transferido quase em sua totalidade para o rei atual. O receio da cúpula monárquica era que o membro em desgraça pudesse utilizar os recursos para financiar batalhas jurídicas ou ações que comprometessem a estabilidade institucional do Reino Unido.

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O desespero financeiro de Andrew tornou-se evidente após ele ter desembolsado valores milionários em acordos extrajudiciais envolvendo vítimas de tráfico sexual. Sem a herança esperada o ex-príncipe encontra-se em uma situação delicada de isolamento social e econômico dentro da própria família que decidiu cortar todos os laços oficiais com ele.

Desde o ano passado o monarca Charles III intensificou as punições contra o irmão removendo definitivamente seus títulos reais e o direito ao tratamento de alteza. O despejo da residência oficial no Royal Lodge marcou o ponto final de sua relevância pública encerrando uma trajetória de privilégios que durou décadas sob a proteção de sua mãe.

Embora os documentos oficiais do testamento estejam guardados em um cofre privado em Londres com previsão de abertura apenas para o próximo século os vazamentos confirmam a punição. A rainha teria sido convencida de que a preservação da monarquia deveria estar acima de seus sentimentos maternais por aquele que sempre foi considerado o seu predileto.

O caso segue repercutindo intensamente na imprensa internacional nesta terça (21) evidenciando as profundas feridas abertas na dinastia Windsor após a morte da matriarca. Para o filho excluído resta agora uma vida longe dos holofotes e com recursos extremamente limitados se comparados ao padrão de vida luxuoso que ostentou durante toda a existência.