Copa de 2030 pode ter 64 seleções e Fifa contrata estudo para avaliar expansão

Copa de 2030 pode ter 64 seleções e Fifa contrata estudo para avaliar expansão

31 de julho de 2026 Off Por Boca do Rio Magazine

Documento interno revela que entidade analisa impactos esportivos e comerciais de novo formato

Fonte: Redação (Boca do Rio Magazine) | Foto: Evan Vucci TPX IMAGES OF THE DAY/REUTERS

A Copa 2030 pode passar por uma transformação histórica no seu formato de disputa. Um documento interno da Fifa, com data de 30 de julho de 2026, revelou que a entidade máxima do futebol iniciou os trâmites para avaliar a expansão do torneio de 48 para 64 seleções participantes. A iniciativa ganhou força nos bastidores e agora entra em uma fase estruturada de análise técnica.

Para medir a viabilidade da proposta, a organização planeja contratar uma agência de consultoria independente. O objetivo é analisar os impactos esportivos, comerciais, financeiros e operacionais de um Mundial ainda maior.

“A Fifa está considerando as implicações estratégicas de uma possível expansão da Copa do Mundo além do formato atual, determinando se e como a ampliação impactaria o ecossistema do futebol”, aponta o documento.

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Os objetivos e os desafios da Copa 2030 com 64 seleções

A intenção primária ao ampliar a Copa 2030 para 64 equipes é aumentar a representatividade global da competição. O novo desenho daria mais espaço para federações da África, Ásia e Oceania, que historicamente contam com menos vagas no ecossistema do torneio.

Por outro lado, a ideia enfrenta forte resistência por parte de ligas europeias e sindicatos de atletas. A principal preocupação gira em torno da sobrecarga do calendário internacional de jogos e do desgaste físico dos atletas durante a temporada regular.

O histórico de expansões até a Copa 2030

Caso a mudança seja implementada para a Copa 2030, será a segunda ampliação consecutiva promovida pela entidade em pouco tempo. O campeonato manteve o formato consolidado com 32 seleções entre as edições de 1998 e 2022.

A transição para 48 países participantes ocorre no ciclo de 2026, exigindo um novo arranjo na fase de grupos. Inserir 64 nações na competição exigirá um redesenho logístico profundo, alterando o número de sedes, a duração do evento e a quantidade total de partidas disputadas ao longo do mês do torneio.