
Eleição para presidente: confira os pré-candidatos de 2026
13 de maio de 2026Com cenário polarizado e nomes novos na disputa, veja quem mantém a intenção de concorrer ao Palácio do Planalto
Fonte: Redação (Boca do Rio Magazine) | Foto: Antônio Cruz/ Agência Brasil

A corrida para a eleição para presidente da República em 2026 já apresenta um cenário de intensa movimentação e definições estratégicas. No momento, o quadro aponta para uma polarização centralizada entre o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que busca a reeleição, e o senador Flávio Bolsonaro (PL), indicado como o nome oficial da oposição pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. No entanto, o tabuleiro conta com outros 10 pré-candidatos que tentam quebrar essa dualidade.
Entre os nomes que buscam espaço na centro-direita para a eleição para presidente, destacam-se os governadores Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD). Caiado confirmou sua intenção após migrar para o PSD, consolidando sua pré-candidatura após a desistência de outros nomes internos da legenda. Além deles, figuras como o ex-ministro Aldo Rebelo (DC), Renan Santos (Missão), Cabo Daciolo (Mobiliza) e o escritor Augusto Cury (Avante) também colocaram seus nomes à disposição.
No campo da esquerda, Lula deve enfrentar candidaturas de partidos que tradicionalmente lançam nomes próprios na eleição para presidente. Estão confirmados como pré-candidatos Edmilson Costa (PCB), Hertz Dias (PSTU), Rui Costa Pimenta (PCO) e Samara Martins (UP), sendo esta última a única mulher na disputa até o momento. Embora essas candidaturas tenham menor peso eleitoral nas pesquisas iniciais, elas marcam a presença de diferentes correntes ideológicas no debate nacional.

Por outro lado, nomes que eram dados como certos na eleição para presidente acabaram ficando pelo caminho. Tarcísio de Freitas (Republicanos) optou por buscar a reeleição em São Paulo, enquanto Ratinho Junior (PSD) desistiu da disputa por questões familiares e sucessórias no Paraná. Eduardo Leite (RS) também foi preterido em seu partido em favor de Caiado. Outra ausência notada será a de Ciro Gomes, que declinou o convite do PSDB para focar na política do Ceará.
Os eleitores brasileiros irão às urnas no dia 4 de outubro para o primeiro turno, escolhendo não apenas o chefe do Executivo, mas também governadores, senadores, deputados federais e estaduais. Caso necessário, o segundo turno para a eleição para presidente ocorrerá no dia 25 de outubro. Até o prazo final de registro de candidaturas, em 15 de agosto, novas alianças e desistências ainda podem alterar a lista definitiva de quem aparecerá na urna eletrônica.
O cenário atual reflete uma fragmentação da chamada “terceira via”, com diversos partidos tentando viabilizar nomes alternativos. A estratégia das legendas agora se volta para a consolidação de palanques regionais e a busca por tempo de TV e recursos do fundo eleitoral. O acompanhamento das pesquisas e das coligações partidárias será fundamental para entender quem terá fôlego para chegar até o fim da disputa na eleição para presidente deste ano.




