Jovem de 19 anos é isolada com suspeita de Monkeypox em cidade do Nordeste

Jovem de 19 anos é isolada com suspeita de Monkeypox em cidade do Nordeste

24 de fevereiro de 2026 Off Por Marcelo Garcia

Isolamento é adotado na UPA Alto de São Manoel para evitar disseminação; laudo médico deve ser liberado até sexta-feira (27)

Fonte: Redação (Boca do Rio Magazine) | Foto: Wilson Moreno (Secom/PMM)

Mossoró investiga suspeita de Monkeypox em jovem de 19 anos isolada em UPA. Confira os sintomas e cuidados.
Foto: Wilson Moreno (Secom/PMM)

A cidade de Mossoró, no Rio Grande do Norte, registrou um caso de suspeita de Monkeypox envolvendo uma paciente de 19 anos. A jovem está internada e isolada há cerca de uma semana na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Alto de São Manoel.

De acordo com a secretária de Saúde, Morgana Dantas, o isolamento é uma medida preventiva essencial, dado que a transmissão do vírus ocorre facilmente pelo contato direto. Amostras foram coletadas e enviadas para análise em Natal, com previsão de resultado até a próxima sexta-feira (27).

A paciente apresenta um estado geral estável e sintomas considerados benignos. “A principal preocupação é a disseminação. O corpo costuma combater a doença sozinho, mas o isolamento reduz o risco de novos casos no município”, explicou a secretária.

Atualmente, o Hospital Rafael Fernandes é a unidade de referência para o tratamento da doença em Mossoró. No entanto, a paciente ainda aguarda a transferência por meio da Central de Regulação, permanecendo sob cuidados na UPA enquanto a vaga não é liberada.

As autoridades de saúde reforçam a importância de hábitos de higiene rigorosos, como a lavagem frequente das mãos. A orientação para a população é clara: ao notar o surgimento de bolhas, vesículas ou feridas inexplicadas na pele, deve-se procurar atendimento médico imediato e evitar contato físico com outras pessoas.

A suspeita de Monkeypox em Mossoró surge em um momento de aumento de outras viroses sazonais, o que exige atenção redobrada no diagnóstico diferencial. Caso o exame laboratorial dê negativo, a jovem receberá alta para retornar ao convívio domiciliar.

O vírus é transmitido principalmente por fluidos corporais, lesões na pele ou materiais contaminados, como roupas de cama. A Secretaria de Saúde segue monitorando o quadro clínico e realizando o rastreamento de possíveis contatos da paciente para conter qualquer foco de transmissão precoce na região.