
Porto Franco registra prisão de homem suspeito de importunação sexual e coação de testemunhas
15 de agosto de 2026Mandado de prisão preventiva foi cumprido pela Polícia Civil no sul do Maranhão durante ação de combate à violência
Fonte: Redação (Boca do Rio Magazine) | Foto: Diêgo Holanda/G1
Porto Franco, município situado na região sul do Maranhão, foi o cenário do cumprimento de um mandado de prisão preventiva na última sexta-feira (14). A Polícia Civil do Estado do Maranhão (PC-MA) localizou e prendeu um homem investigado pelos crimes de importunação sexual e coação no curso do processo, praticados contra testemunhas que colaboravam com as apurações.
A ofensiva em Porto Franco integrou as ações da Operação Mulher Segura, força-tarefa permanente executada pela Polícia Civil para prevenir, reprimir e combater crimes de violência doméstica e gênero. A medida visou garantir a integridade física e psicológica das vítimas, interrompendo a interferência do investigado na colheita de provas do caso.
O papel da Deam e os trâmites do processo judicial
A atuação da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) de Porto Franco foi decisiva para o desfecho da investigação. A equipe policial tomou conhecimento da gravidade da situação diretamente por meio dos depoimentos das testemunhas, que relataram estar sofrendo coação para não prestarem declarações às autoridades.

Diante dos fatos, a titular da Deam em Porto Franco formalizou o pedido de prisão preventiva junto ao Poder Judiciário. A solicitação recebeu parecer favorável do Ministério Público do Estado do Maranhão e foi acatada pelo juiz competente, que expediu a ordem judicial cumprida imediatamente pelos agentes.
Encaminhamento ao sistema prisional e audiência de custódia
Logo após ser detido em Porto Franco, o suspeito foi conduzido inicialmente até a sede do Plantão Central de Imperatriz. No local, os policiais realizaram a conferência dos documentos e o registro das formalidades legais cabíveis para o cumprimento da ordem judicial.
Posteriormente, o homem foi transferido para uma Unidade Prisional de Ressocialização da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap). O investigado permanece custodiado à disposição da Justiça de Porto Franco e deverá passar por audiência de custódia, na qual o juiz avaliará a manutenção da medida cautelar.




