
Rock in Rio sonha com Adele e Paul McCartney em futuras edições
2 de setembro de 2026Vice-presidente artístico da Rock World detalha os desafios logísticos para realizar grandes estreias no festival.
Fonte: Redação (Boca do Rio Magazine) | Foto: Reuters/AFP
O Rock in Rio continua a expandir seus horizontes e a planejar atrações gigantescas para encantar os fãs de música em todas as suas edições. Mesmo após receber milhares de artistas em sua história, a organização do festival mantém uma lista de desejos ambiciosa. Em entrevista, Zé Ricardo, vice-presidente artístico da Rock World, revelou que o topo do ranking de prioridades inclui a estreia da cantora britânica Adele e o retorno triunfal de astros do pop global ao evento.
Os desejos de topo para o Rock in Rio
A busca do Rock in Rio por nomes que nunca pisaram na Cidade do Rock envolve negociações complexas e uma engenharia logística detalhada. A presença de Adele é um dos maiores sonhos da organização, embora a própria disponibilidade e vontade da artista sejam fatores determinantes. Além da britânica, a direção artística sonha em trazer Paul McCartney para a edição brasileira, repetindo a parceria bem-sucedida que já ocorreu na versão portuguesa em Lisboa.
Retornos consagrados no Rock in Rio
Além das estreias, o Rock in Rio foca no retorno de ícones que marcaram época na Cidade do Rock. Beyoncé, que se apresentou com grande destaque em 2013, e Rihanna, que liderou a festa em 2015, figuram no topo da lista de desejos para futuras edições. Para a direção da Rock World, reconectar esses nomes ao público brasileiro é um objetivo constante que exige conciliação de agendas globais e grande estrutura de produção.

A curadoria cirúrgica do Rock in Rio
Para manter o Rock in Rio como referência no entretenimento mundial, a curadoria é feita com precisão cirúrgica e mensagens subliminares na grade. A meta da direção é garantir que o espectador saia do festival com uma vivência inédita. Caso o público encerre a noite sem absorver algo novo, a organização considera que o trabalho de proposta cultural não cumpriu seu papel principal de impactar e transformar.
Diálogo entre gerações no Rock in Rio
A estratégia do Rock in Rio também envolve criar pontes entre diferentes faixas etárias dentro da mesma data de evento. Um exemplo dessa mecânica é a mistura de K-pop no Palco Mundo com a Soul Music no Palco Sunset na mesma noite, além da presença de DJs de grande apelo popular. Essa abordagem garante que jovens e seus responsáveis encontrem atrações de interesse mútuo no mesmo espaço.
O fator família na estrutura do Rock in Rio
O aprendizado com noites dedicadas a um único segmento, como o trap, moldou a forma como o Rock in Rio organiza sua programação. Ao oferecer um “porto seguro” para os pais enquanto os filhos acompanham fenômenos juvenis, o festival cria uma atmosfera receptiva para famílias inteiras. Essa arquitetura de atrações consolida o evento como um ambiente plural, capaz de unir públicos diversos em uma mesma celebração musical.



