
Conta de água ficará mais cara a partir de julho em toda Bahia
22 de junho de 2026 Off Por Marcelo GarciaAgersa aprovou o reajuste e nova tarifa publicada no Diário Oficial passa a valer em 30 dias
Fonte: Redação (Boca do Rio Magazine) | Foto: Secom/GOVBA
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Os consumidores do estado da Bahia devem se preparar para uma mudança imediata nas despesas domésticas, pois a conta de água ficará mais cara. O ajuste tarifário anual foi oficialmente chancelado e publicado no Diário Oficial no último sábado (20), prometendo modificar o planejamento financeiro das famílias nos próximos meses.
A Agência Reguladora de Saneamento Básico do Estado da Bahia (Agersa) homologou o aumento linear de 3,57% sobre os serviços prestados. A medida começará a valer na prática a partir do dia 20 de julho, impactando de forma direta as faturas emitidas pelas empresas concessionárias do setor.
Entenda as mudanças no valor da sua conta de água
Com a aplicação do novo índice, o valor básico cobrado na conta de água passará por alterações visíveis, dependendo diretamente da faixa de consumo de cada imóvel. Na categoria denominada Residencial Normal, o acréscimo médio será de R$ 1,54 para quem utiliza a cota padrão.

Desse modo, o custo mínimo para quem consome até seis metros cúbicos saltará de R$ 43,23 para R$ 44,77 mensais. Por outro lado, para os cidadãos inseridos na faixa de proteção da faixa Residencial Social, o impacto financeiro na conta de água será menor, apresentando uma elevação de R$ 0,56 ao passar de R$ 15,72 para R$ 16,28.
Por que o preço do saneamento básico subiu?
Apesar do descontentamento da população com o encarecimento do serviço essencial, o percentual de 3,57% aplicado na conta de água ficou abaixo da inflação oficial registrada no período, que fechou acumulada na casa de 4,13%.
Este procedimento de revisão de preços é um rito legal previsto pela Lei Federal nº 11.445/2007, que estabelece as diretrizes nacionais para o saneamento básico. O principal objetivo da regra é restabelecer o equilíbrio financeiro das empresas, cobrindo gastos elevados com energia elétrica, produtos químicos de purificação e modernização de redes hidráulicas.
Sobre o Autor
Fundador do Boca do Rio Magazine, estudante de Comunicação e Marketing pela UNIFACS, CEO e diretor de arte na Novo Mundo Agência e Comunicação e morador da Boca do Rio há mais de 20 anos




