Eclipse solar, conhecido como “Anel de Fogo” acontece na próxima terça (17)
13 de fevereiro de 2026Fenômeno astronômico acontece no dia 17, mas não será visível no Brasil
Fonte: Redação (Boca do Rio Magazine) | Foto: Shutterstock

Um eclipse solar está previsto para o dia 17 de fevereiro de 2026, despertando o interesse de observadores do céu e entusiastas da astronomia. O fenômeno ocorre quando a Lua se posiciona entre a Terra e o Sol, bloqueando total ou parcialmente a luz solar em determinadas regiões do planeta.
O tipo de eclipse e as áreas exatas de visibilidade dependem do alinhamento orbital no momento do evento. Em eclipses solares, a sombra da Lua projeta-se sobre a Terra, criando faixas específicas onde o fenômeno pode ser visto de forma total, parcial ou anular. Em outras regiões, o evento pode não ser perceptível.
A visibilidade no Brasil depende do trajeto da sombra lunar. Em alguns casos, apenas uma parcela do território consegue observar o fenômeno de forma parcial. A confirmação detalhada de horários e intensidade costuma ser divulgada por observatórios astronômicos e instituições científicas à medida que a data se aproxima. Entretanto, a previsão é que o eclipse solar anular, conhecido popularmente como “Anel de Fogo”, não será visível no Brasil

Independentemente da intensidade do eclipse solar de 17 de fevereiro de 2026, especialistas reforçam que a observação nunca deve ser feita a olho nu, sem proteção adequada. O uso de óculos específicos para eclipse, com filtro certificado, é essencial para evitar danos permanentes à visão. Alternativas seguras incluem a observação indireta por meio de projeção.
Eventos como eclipses solares costumam mobilizar planetários, universidades e grupos de astronomia, que organizam encontros públicos para acompanhar o fenômeno com equipamentos apropriados, como telescópios com filtros solares.
O eclipse solar de fevereiro de 2026 integra o calendário astronômico do ano e deve atrair atenção global, especialmente se houver faixa de visibilidade significativa em regiões populosas.



